28 de janeiro de 2016

Mais teste



É na segunda parte que o objetivo real do livro começa a surgir, ele começa a descrever o que é a escrita e, simplesmente, diz que é telepatia pura, porque nenhuma das pessoas que participam da comunicação (o escritor e o leitor) abre a boca para se comunicar.

“E aqui vamos nós – telepatia de verdade em curso. Você vai notar que não tenho nada na manga e que meus lábios nunca se mexem. E é bem provável que os seus também não.” (p. 95).

Ele diz para não encarar a escrita de maneira leviana, e sim para levá-la a sério.

“Mas é a escrita, cacete, não é lavar o carro ou passar delineador. Se você levá-la a sério, podemos conversar. Se você não puder ou não quiser, é hora de fechar o livro e ir fazer outra coisa.” (p. 96).

Em outra parte do livro, ele destaca que todo escritor deve ter uma caixa de ferramentas (dessas de bandejas e várias gavetinhas). Algumas das ferramentas que devem estar nessa caixa são: o vocabulário e a gramática. Além de dar diversos conselhos relacionados à forma e estilo, parágrafo, um breve desabafo sobre advérbios e muito mais que acrescenta na vida de um escritor.

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